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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

SESC Talentos

Nos próximos dias 20 e 21 de setembro, o Centro de Atividades SESC Ceilândia receberá mais um grande nome da Música Popular Brasileira pelo projeto SESC Talentos. O cantor e compositor João Bosco se apresenta, às 20h, no Teatro SESC Newton Rossi (SESC Ceilândia, QNN 27, lote B, Ceilândia Norte) juntamente com a intérprete carioca radicada em Brasília, Ângela Regina.

Os ingressos para os shows custam 1 kg de alimento não perecível (exceto sal), além do valor de R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia). Eles podem ser adquiridos a partir das 19h, na bilheteria do teatro. Os alimentos arrecadados serão doados para o programa de combate à fome Mesa Brasil SESC/DF.

Os espetáculos fazem parte do projeto SESC Talentos, realizado em parceria com a Câmara dos Deputados. A iniciativa consiste na produção de um programa de televisão, veiculado na TV Câmara em rede nacional, no qual um artista conhecido nacionalmente e um artista local apresentam seu repertório musical. Nos shows, os músicos fazem apresentações individuais e em parceria. A gravação do programa com os artistas acontece no dia 22, a partir das 15h, no estúdio da TV Câmara. O acesso é gratuito.

Agenda

João Bosco e Ângela Regina
Dias: 20 e 21/9
Local: Teatro SESC Newton Rossi, Centro de Atividades SESC Ceilândia
Horário: 20h
Classificação indicativa: 14 anos

Fonte: SESC

Setor Habitacional Sol Nascente

A Comissão de Assuntos Fundiários (CAF) aprovou nesta segunda-feira (15) o projeto de lei complementar 81/2008 que cria o Setor Habitacional Sol Nascente e, dentro dele, a área de Regularização de Interesse Social (ARIS) Pôr do Sol, ambos localizados na Região Administrativa de Ceilândia. Os membros da CAF aprovaram também a divulgação na internet do cadastro das pessoas inscritas no Instituto de Desenvolvimento Habitacional do Distrito federal (IDHAB).

Tanto o Setor Sol Nascente como a ARIS Pôr do Sol são definidos como Zona Especial de Interesse Social - ZEIS, nos termos da Lei 10.257/01. "Cabe ao poder público adotar providências para atender aos interesses da comunidade ali instalada, que se encontra em situação precária, tanto sob o aspecto sanitário e social, como carente de infra-estrutura", diz a mensagem enviada pelo governador José Roberto Arruda.

Cadastro - Após discutir em plenário a necessidade de dar publicidade e transparência à lista das pessoas que esperam por benefícios habitacionais do governo, o deputado Chico Leite (PT) teve o projeto de lei 299/2007 - de sua autoria - aprovado na CAF. A proposta determina que o Cadastro de Inscritos no IDHAB - CIDAHB - seja disponibilizada na internet e no Diário Oficial do DF. "Acredito que a divulgação será muito benéfica para o cidadão comum, pois facilitará o acesso a essas informações, aumentando a transparência da lista", defende o autor do projeto.

A CAF aprovou mais 15 projetos de lei e 65 indicações de parlamentares. Estiveram presentes à reunião, os deputados Benício Tavares (PMDB), presidente da comissão, Batista das Cooperativas (PRP) e Leonardo Prudente (DEM).

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Diversão e muito sol no SESC Ceilândia

Domingo de calor é dia de pescaria, praia ou cachoeira. Na falta dessas opções, nada melhor do que uma boa piscina. Ou melhor: um conjunto de piscinas que formam um dos mais sofisticados parques aquáticos do Distrito Federal.

No último domingo, dia 7, com a temperatura perto dos 35 graus, o Parque Aquático do SESC Ceilândia recebeu mais de 5 mil pessoas. "Foi um recorde em nossa freqüência", comemora o gerente da unidade, Edson Gil.

O clima foi de muita alegria e o ambiente o mais familiar possível. O restaurante "Feijão com Bacon" serviu mais de 1,2 mil refeições neste fim de semana.

O Parque Aquático do SESC Ceilândia possui nove piscinas que funcionam com seis salva-vidas e quatro brigadistas. Na entrada da unidade, os visitantes passam por uma revista para evitar a entrada de bebidas alcoólicas e objetos estranhos a um passeio no clube.

Fonte: SESC-DF

Madeireiras causam transtornos

Madeireira na EQNP 12/16 no Setor P Sul em Ceilândia incomoda vizinhança. O mau cheiro vindo das madeiras e a poeira misturada com areia que entra nas casas e nas lojas vizinhas é motivo de reclamação para quem vive perto do local. Segundo os moradores, a madeireira está no local há aproximadamente 20 anos e sempre gerou reclamações. "O problema não é exatamente o estabelecimento, mas o depósito em que são armazenados os tijolos, a areia e a brita", reclamou um morador.

Durante todo o dia, uma pá mecânica e caminhões que fazem carga e descarga se movimentam no local, levantando uma imensa nuvem de pó. Os moradores disseram que um abaixo-assinado já foi feito e encaminhado à Administração Regional de Ceilândia, solicitando que a empresa mude o depósito do local. Contudo, o órgão nunca se posicionou.

O Centro de Orientação Sócio Educacional (Cose), instalado nos fundos da área é um dos locais que mais sofre com o depósito. O Coordenador do Cose, Josildo Soares, disse que as crianças são as maiores vítimas, pois utilizam o local para a prática de atividades durante todo o dia. O Centro atende aproximadamente 200 jovens, entre crianças e adolescentes, e, segundo o coordenador, fica impossível abrir as janelas das salas onde eles ficam. A areia que entra para o Cose é tanta que, mesmo em época de calor, as janelas têm que permanecer fechadas. O local só tem dois ventiladores, e não é suficiente para arejar as salas. "Às vezes temos 70 alunos no espaço, mas não podemos abrir as portas por causa da areia que vem da madeireira", lamentou o coordenador.

A cozinha do Cose também fica nos fundos do depósito. Para evitar que a terra entre nos alimentos, quem trabalha no local quase morre de calor, já que não é possível deixar nada aberto. Com a falta de chuva, a situação é pior ainda. "Brasília já é seca por natureza, com a areia, o problema se agrava. Essa poeira constante prejudica a saúde das crianças", finalizou.

Um outro comerciante, que não quis ser identificado, alertou, por ocupar uma área pública: o depósito acaba isolando o comércio do outro lado da quadra. O espaço toma conta de toda área reservada para a circulação das pessoas. "Esse problema sempre existiu. Mas somos comerciantes ‘pequenos’, é impossível brigar com os 'grandes'", finalizou o morador.

Procurado, o proprietário da madeireira não quis se pronunciar sobre o assunto. Mas adiantou que já está tomando as providências junto a administração da cidade para mudar o local do depósito.

Questionado, o administrador regional Leonardo Moraes informou que verificará a situação da madeireira. Ele adiantou que, ainda ontem, encaminhou um memorando à Agência de Fiscalização (Agefis), para averiguar se o depósito está irregular ou não.

Como só recebeu o documento no fim do dia, os fiscais da Agefiz terão que analisar a situação para saber quais providências serão tomadas, caso o depósito da madeireira esteja, de fato, em situação irregular. A expectativa da população é que o problema seja resolvido o quanto antes, pois não agüentam mais as tempestades de areia que, atreladas a baixa umidade, deixam a cidade ainda mais desértica.

POVO FALA

Vocês se sentem incomodados com o depósito da madeireira?

Incomoda muito. O cheiro da madeira e principalmente essa areia que o vento traz para a loja. Eles têm que mudar o depósito para outro local.
Aline Corrêa Ferreira, 19 anos, estudante

Acho que essa areia sempre preocupou os moradores da redondeza. Quem tem alergia é que mais sofre com o problema. Nalina Daelli Oliveira Mendes,
19 anos, estudante

Com certeza incomoda. Neste mês a poeira é maior ainda. Já fizemos até abaixo-assinado, mas nenhuma providência foi tomada. Elias Ferreira da Silva, 38 anos, microempresário

Quando está ventando que incomoda mais ainda. Aqui já teve uns dois comércios de comida que foram para frente porque entra muita poeira nas lojas. Almir dos Santos, 35 anos, comerciante

Fonte: Tribuna do Brasil

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Postos policiais

O governador José Roberto Arruda entregou hoje mais dois postos policiais à população. O primeiro foi inaugurado na CNM 1, Ceilândia Centro, em frente ao Restaurante Comunitário, e o segundo na quadradão da QNO 16, Setor O, Ceilândia. Com essas duas unidades, a Secretaria de Segurança completa 23 postos à disposição da população desde o início julho. Naquele mês o governo iniciou as inaugurações no Recanto das Emas, Riacho Fundo I e Brazlândia. Arruda disse que a construção dos postos segue ininterrupta.

Fonte: ComuniWEB

Haja viadutos

Coluna "SOBRETUDO" de Aluísio Moura do site Ceilandia.com

Foi só o GDF inaugurar o viaduto Israel Pinheiro, na EPTG, e os motoristas do DF descobriram algo que os de São Paulo já sabem desde os tempos em que Paulo Maluf administrava a cidade: viadutos não eliminam engarrafamentos. No máximo os transferem de um determinado ponto de uma via para outro mais adiante.

Todas as cidades que foram bem sucedidas no desafio de atenuar os problemas de tráfego o lograram desestimulando o uso do automóvel particular.

Primeiro, as autoridades trataram de oferecer à população transporte público de qualidade, integrando metrô, ônibus e até bicicletas. Parece ser esta a filosofia do projeto Brasília Integrada, do governador José Roberto Arruda.

Segundo, foram criadas dificuldades para quem continuava insistindo em se locomover no próprio carro: entre outras medidas, aumentaram impostos, reduziram o número de vagas para estacionamento e passaram a cobrar taxas caríssimas pelo uso das vagas que sobraram.

Em algumas cidades as prefeituras radicalizaram e simplesmente proibiram o tráfego de táxis e automóveis privados em determinadas áreas. Em outras radicalizaram ainda mais e transformaram as ruas centrais em calçadões para pedestres. Ali, só se chega de metrô, de bicicleta ou a pé. Veículo motorizado só entra se for ambulância, carro da polícia, do corpo de bombeiros e caminhões de limpeza ou de entrega (estes últimos sempre nos horários determinados pela prefeitura).

Claro que no começo a reação dos moradores foi a pior possível. Mas só até se darem conta do quanto é bom poder desfrutar do ar limpo e do sossego de ruas livres de motoristas estressados e suas ameaçadoras armaduras de aço. E tudo isso sem perder a capacidade de se deslocar rapidamente para qualquer ponto da cidade.

Foi uma mudança radical de mentalidade, que não aconteceu da noite para o dia. Mas aconteceu. O resultado é que hoje, nessas cidades, quem ousa comprar um carro ganha fama de egoísta e corre o risco de ficar mal visto pelos vizinhos.

Como aqui no DF só agora transporte público de qualidade passou a ser prioridade e a maioria das pessoas ainda acredita que ter automóvel é sinal de status, dá para imaginar o longo - e engarrafado - caminho que ainda temos pela frente.

Haja paciência. E haja viadutos.